O IMPOSTOR QUE VIVE EM MIM
Brennan Manning
Editora Mundo Cristão
192 páginas
Este é o segundo livro de Brennan que li. O primeiro foi o Evangelho Maltrapilho. Gostei da forma que o autor fala de si mesmo e da vida, pretendo ler outros livros dele.
Para não me esquecer, vou escrever o que achei de melhor no livro nesta postagem. Principalmente frases e ilustrações. Você de Itapeva pode pegar o livro na Biblioteca da Igreja, mas vale à pena comprá-lo.
Editora Mundo Cristão
192 páginas
Este é o segundo livro de Brennan que li. O primeiro foi o Evangelho Maltrapilho. Gostei da forma que o autor fala de si mesmo e da vida, pretendo ler outros livros dele.
Para não me esquecer, vou escrever o que achei de melhor no livro nesta postagem. Principalmente frases e ilustrações. Você de Itapeva pode pegar o livro na Biblioteca da Igreja, mas vale à pena comprá-lo.
O livro fala sobre o perigo de se viver pela aparência. Viver de forma a representar uma imagem falsa de si mesmo. Uma vida que agrade as pessoas. Representando um papel de acordo com a pessoa que convivemos.
Capítulo 1 – Saia do esconderijo
Um chamado a auto-aceitação. É preciso fugir do ativismo que na maioria das vezes é uma fuga de si mesmo. Precisamos nos conhecer e corrigir o que não está bem.
“O impostor dentro de mim sussurrava: Brennan, nunca mais seja você mesmo, porque ninguém gosta de você como você é. Invente um novo “eu” que todos admirem e ninguém consiga conhecer de fato”.
Um chamado a auto-aceitação. É preciso fugir do ativismo que na maioria das vezes é uma fuga de si mesmo. Precisamos nos conhecer e corrigir o que não está bem.
“O impostor dentro de mim sussurrava: Brennan, nunca mais seja você mesmo, porque ninguém gosta de você como você é. Invente um novo “eu” que todos admirem e ninguém consiga conhecer de fato”.
Capítulo 2 – O Impostor
“A sobrevivência do falso “eu” gera o desejo compulsivo de apresentar uma imagem de perfeição diante do público, de maneira que todos nos admirem e ninguém nos conheça.
Um grande obstáculo na vida é a baixa auto-estima. Um sentimento de impotência e inferioridade que gera tristeza e depressão.
“A sobrevivência do falso “eu” gera o desejo compulsivo de apresentar uma imagem de perfeição diante do público, de maneira que todos nos admirem e ninguém nos conheça.
Um grande obstáculo na vida é a baixa auto-estima. Um sentimento de impotência e inferioridade que gera tristeza e depressão.
Capítulo 3 – O Amado
Julgamo-nos insignificantes demais para sermos usados por Deus, mesmo sendo ele capaz de realizar milagres usando apenas lama e saliva. John Eagan
Faça do Senhor e de seu imenso amor por você elementos constitutivos de seu valor pessoal. Defina-se radicalmente como alguém amado por Deus. O fato de Deus amá-lo e escolhe-lo determina o seu valor. Aceite isso e permita que se torne a coisa mais importante da sua vida. John Eagan
A base de meu valor pessoal não é constituído de minhas posses, meus talentos, da admiração dos outros... Vem de poder ouvir de Deus: “Você é meu filho, meu amado” John Eagan
Julgamo-nos insignificantes demais para sermos usados por Deus, mesmo sendo ele capaz de realizar milagres usando apenas lama e saliva. John Eagan
Faça do Senhor e de seu imenso amor por você elementos constitutivos de seu valor pessoal. Defina-se radicalmente como alguém amado por Deus. O fato de Deus amá-lo e escolhe-lo determina o seu valor. Aceite isso e permita que se torne a coisa mais importante da sua vida. John Eagan
A base de meu valor pessoal não é constituído de minhas posses, meus talentos, da admiração dos outros... Vem de poder ouvir de Deus: “Você é meu filho, meu amado” John Eagan
Capítulo 4 – Filho de Deus
Intimidade – Aba
Jesus nos convida a compartilhar da intimidade com Deus. Podemos chamá-lo de Aba, termo que as crianças judias usavam quando falavam com seus pais. Uma forma coloquial e intima.
“recebestes espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.” Rm 8:14-16
Intimidade – Aba
Jesus nos convida a compartilhar da intimidade com Deus. Podemos chamá-lo de Aba, termo que as crianças judias usavam quando falavam com seus pais. Uma forma coloquial e intima.
“recebestes espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.” Rm 8:14-16
Compaixão e Perdão
“A compreensão ativa a compaixão que torna o perdão possível.”
Stephen Covey recordou um incidente enquanto estava andando no metrô de Nova York, num domingo de manhã. Os poucos passageiros abordos estavam lendo jornal ou cochilando. Era uma viajem silenciosa, quase sonolenta no interior da cidade.
Covey estava totalmente envolvido em sua leitura quando um homem, acompanhado de vários filhos pequenos, entrou no trem.
Em menos de um minuto, o tumulto se estabeleceu. As crianças corriam para cima e para baixo no corredor do vagão, gritando, berrando e brigando umas com as outras no chão. O pai não fez nenhum esforço para intervir.
Os passageiros mais idosos, irritados, mudaram de lugar. O estresse se transformou em angústia. Covey esperou pacientemente. Com certeza, o pai faria alguma coisa para restabelecer a ordem: uma bronca suave, uma ordem severa, alguma expressão de autoridade paterna, qualquer coisa. Nada disso aconteceu. A frustração aumentava. Depois de esperar até além do que devia, Covey dirigiu-se ao pai e disse, de maneira educada:
_ Senhor, talvez seja possível restabelecer a ordem aqui se o senhor disser a seus filhos para que voltem e sentem.
_ Eu sei que deveria fazer alguma coisa _ respondeu o homem. _ Acabamos de sair do hospital. A mãe deles morreu há uma hora. Simplesmente não sei o que fazer.
“A compaixão sincera, que gera o perdão, amadurece quando descobrimos onde o inimigo chora.”
Capítulo 5 – O Fariseu e a Criança
Perigo de se tornar religioso e deixar de ser bondoso. Crescer teologicamente e declinar espiritualmente. Maior conhecimento e menos paixão.
“Em vez de uma história de amor, a Bíblia é vista como um manual de instruções detalhadas.”
“Os meios se tornam os fins.”
“É nisto que reside a genialidade da religião legalista: transformar as questões principais em secundárias e vice-versa.”
“A compreensão ativa a compaixão que torna o perdão possível.”
Stephen Covey recordou um incidente enquanto estava andando no metrô de Nova York, num domingo de manhã. Os poucos passageiros abordos estavam lendo jornal ou cochilando. Era uma viajem silenciosa, quase sonolenta no interior da cidade.
Covey estava totalmente envolvido em sua leitura quando um homem, acompanhado de vários filhos pequenos, entrou no trem.
Em menos de um minuto, o tumulto se estabeleceu. As crianças corriam para cima e para baixo no corredor do vagão, gritando, berrando e brigando umas com as outras no chão. O pai não fez nenhum esforço para intervir.
Os passageiros mais idosos, irritados, mudaram de lugar. O estresse se transformou em angústia. Covey esperou pacientemente. Com certeza, o pai faria alguma coisa para restabelecer a ordem: uma bronca suave, uma ordem severa, alguma expressão de autoridade paterna, qualquer coisa. Nada disso aconteceu. A frustração aumentava. Depois de esperar até além do que devia, Covey dirigiu-se ao pai e disse, de maneira educada:
_ Senhor, talvez seja possível restabelecer a ordem aqui se o senhor disser a seus filhos para que voltem e sentem.
_ Eu sei que deveria fazer alguma coisa _ respondeu o homem. _ Acabamos de sair do hospital. A mãe deles morreu há uma hora. Simplesmente não sei o que fazer.
“A compaixão sincera, que gera o perdão, amadurece quando descobrimos onde o inimigo chora.”
Capítulo 5 – O Fariseu e a Criança
Perigo de se tornar religioso e deixar de ser bondoso. Crescer teologicamente e declinar espiritualmente. Maior conhecimento e menos paixão.
“Em vez de uma história de amor, a Bíblia é vista como um manual de instruções detalhadas.”
“Os meios se tornam os fins.”
“É nisto que reside a genialidade da religião legalista: transformar as questões principais em secundárias e vice-versa.”
Missa para cachorro
Conta-se a história de um homem que procurou um sacerdote e disse:
_ Padre, quero que reze uma missa por meu cachorro.
O sacerdote ficou indignado:
_ Como assim? Uma missa para cachorro?
_ É meu cachorro de estimação _ disse o homem. _ Eu amava aquele cachorro, e gostaria que o senhor rezasse uma missa por ele.
_ Não rezamos missas para cachorros aqui _ disse o sacerdote.
_ Você pode tentar na denominação no fim da rua. Pergunte a eles se podem realizar um culto para você.
Enquanto saía, o homem comentou:
_ Eu adorava mesmo aquele cachorro. Estava planejando dar uma oferta de um milhão de dólares pela missa.
Aí o sacerdote disse:
_ Espere. Você não disse que seu cachorro era católico.
Qualidades de uma criança
“A primeira qualidade de que impressiona alguém que olha nos olhos de uma criança é sua inocência; essa adorável incapacidade de mentir, usar máscaras ou fingir ser algo diferente do que é.” Anthony DeMelo
“As qualidades positivas das crianças: franqueza, dependência com confiança, capacidade de se divertir, simplicidade, sensibilidade em relação aos sentimentos.”
Conta-se a história de um homem que procurou um sacerdote e disse:
_ Padre, quero que reze uma missa por meu cachorro.
O sacerdote ficou indignado:
_ Como assim? Uma missa para cachorro?
_ É meu cachorro de estimação _ disse o homem. _ Eu amava aquele cachorro, e gostaria que o senhor rezasse uma missa por ele.
_ Não rezamos missas para cachorros aqui _ disse o sacerdote.
_ Você pode tentar na denominação no fim da rua. Pergunte a eles se podem realizar um culto para você.
Enquanto saía, o homem comentou:
_ Eu adorava mesmo aquele cachorro. Estava planejando dar uma oferta de um milhão de dólares pela missa.
Aí o sacerdote disse:
_ Espere. Você não disse que seu cachorro era católico.
Qualidades de uma criança
“A primeira qualidade de que impressiona alguém que olha nos olhos de uma criança é sua inocência; essa adorável incapacidade de mentir, usar máscaras ou fingir ser algo diferente do que é.” Anthony DeMelo
“As qualidades positivas das crianças: franqueza, dependência com confiança, capacidade de se divertir, simplicidade, sensibilidade em relação aos sentimentos.”
Capítulo 6 – A Atualidade da Ressurreição
“Sustentar-se na consciência da atualidade da ressurreição de Jesus.”
“O milagre do Evangelho é Cristo, ressurreto e glorificado, que neste exato momento segue nosso rastro, nos persegue, habita em nós e se oferece como companhia para a jornada!
“Sustentar-se na consciência da atualidade da ressurreição de Jesus.”
“O milagre do Evangelho é Cristo, ressurreto e glorificado, que neste exato momento segue nosso rastro, nos persegue, habita em nós e se oferece como companhia para a jornada!
Capítulo 7 – O Resgate da Paixão
Sobre João 21:20
“Se fizéssemos a seguinte pergunta a João: Qual é sua identidade primordial, sua percepção mais coerente a respeito de si? , ele não responderia: “Sou discípulo, apóstolo, evangelista”, mas: “Sou aquele a quem Jesus ama”.
Capítulo 8 – Determinação e Fantasia
“O que fazemos pode ser bem mais decisivo e expressar de maneira mais efetiva a verdade maior de quem somos em Cristo.”
“Tenho muito mais medo da morte, quando estou com mais medo de viver”.
“A vida é Cristo, a morte, um prêmio a ser conquistado.” Paulo Fp 1:21
Capítulo 9 – O pulsar do Coração do Mestre
“Uma pessoa encontra sua identidade somente à medida que se compromete com algo além de si, uma causa maior que ela mesma”. Viktor Frankl
“O que fazemos pode ser bem mais decisivo e expressar de maneira mais efetiva a verdade maior de quem somos em Cristo.”
“Tenho muito mais medo da morte, quando estou com mais medo de viver”.
“A vida é Cristo, a morte, um prêmio a ser conquistado.” Paulo Fp 1:21
Capítulo 9 – O pulsar do Coração do Mestre
“Uma pessoa encontra sua identidade somente à medida que se compromete com algo além de si, uma causa maior que ela mesma”. Viktor Frankl
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